Juan N Camargo

Cuando sonríes todo cambia

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Infografia

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#PeloMundo, Brasil o país da felicidade

O ano 2013 sem dúvidas foi para mim incrível, cheio de experiências novas e pessoas maravilhosas. Durante 5 meses compartilhei com pessoas de diferentes partes do mundo e brasileiros. Fiz bons amigos, com quem viajamos a hermosos lugares e vivemos muitas coisas particulares, até perder quase a cabeça e fazer coisas totalmente erradas mas certas.

Neste tempo no Brasil também serviu-me para aprender varias coisas, por uma parte português brasileiro e todas as implicações culturais que isso traz mesmo. Aprendi que os Brasileiros são as pessoas mais amáveis do mundo, mais que os Colombianos. Minha familia Brasileira foi 5 estrelas, realmente a melhor coisa que me deixou minha viagem.

Eles me fizeram sentir como em casa, como parte de sua familia: a Cris e o Xan meus queridos irmãos, com quem fomos a muitos lugares e compartilhamos momentos muito engraçados, além do sacrificio do Xan ao permitir eu ficar em seu quarto. A Senhora Mamãe Claudia é uma supermamãe, muito comprensiva com seus filhos e cuidadora deles. O cunhado Dan quem com seu tranquilidade e surpresa emoção também ajudou-me a sentir que estava em casa, que só precisa-se ser feliz para realmente viver a vida. Para todos eles meu fundo carinho e eterna lembrança.

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tumblrbot asked: WHAT MAKES YOU FEEL BETTER WHEN YOU ARE IN A BAD MOOD?

Listening or singing a song… 

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Numa viagem pelo Brasil, aqui umas fotos dos dias que estive lá rodando pela ciudade. Uma ciudade cheia de historia e coisas que as fotos podem dar pouca conta do que acontece, mas pelo menos deixa também a imaginação voar com todos os cores que Rio tem. A verdade posso dizer que Rio é uma cidade multicores, tanto pela diversidade que neste espaço urbano se vê como pelos cores do céu, arvores, pássaros e frentes das casas e predios. Uma cidade sensacional!!   

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No hubo tiempo para la tristeza, un documental muy bien logrado del Centro Nacional de Memoria Histórica en el que se cuentan las memorias del conflicto en Colombia. Una visión desde las diferentes comunidades, desde las víctimas, que muestra la degradación de un conflicto deshumanizado, terriblemente cruel y que generó “un desajuste ético en la sociedad”, el cual tan solo empezó a superarse cuando después de varias décadas se reconoció la existencia de este. 

Tras décadas y décadas de violencia, la sociedad colombiana hasta ahora empieza a ver luces sobre la terminación de este conflicto, pero lo más importante, es que la misma sociedad civil se ha comprometido con la reconstrucción de esa memoria del conflicto para decir ¡Basta Ya! Para dejar un testimonio a las actuales y próximas generaciones de colombianos de que la violencia fue nuestro relato de nación desde la conformación de la república, y dos siglos después tomamos conciencia de que necesitábamos un cambio.

Una sociedad en la que el 15% de su población ha sido víctima directa del conflicto armado, no puede ser una sociedad sana o con referentes éticos muy acertados. La peor consecuencia de la degradación del conflicto fue la corrupción ética de la nación. Es la mayor responsabilidad de cada colombiano comprometerse con la reconstrucción ética del país y un nuevo relato de nación en el que la violencia sea el capítulo más importante por su saldo pedagógico para construir un país en paz, equitativo y con justicia social. 

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A experiência do urbano: Um pequeno conto sobre São Paulo

Num segundo tento por escrever algo em português isto foi o que saiu sobre minha viagem a São Paulo, quando a preguiça deixe de ser tão forte, escreverei mais outra coisa sobre este grande país Brasil…

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Nossa experiência como sujeitos, que fazem parte de sociedades complexas e em continuas mudanças, vai-nos ensinar que as cidades devem crescer para permitir que seus moradores, cidadãos, possam viver na diversidade que o mundo contemporâneo traz com ele.

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Shhh, llego la cannabis…

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- ¿Parce un plon?

- No, todo bien.

- Le molesta si fumo aquí.

- No, tanquilo.

- Breve…

Fue la primera vez que alguien me ofreció fumar un “plon” de marihuana, hace unos sietes años. Recuerdo que eran más de las 6:00 de la tarde, sentados sobre una banca de cemento en las conocidas ‘Terrazas del Ché’, cuatro personajes intentábamos salvar el país, como suele suceder en este tipo de conversaciones, al final tan solo quedaban unos puntos suspensivos. Un silencio. Mientras nos mirábamos las caras, alguien tomó de su bolsillo una hoja de papel arrugada. Ni me pregunté por qué alguien guarda en su bolsillo una hoja de papel así. En ese instante tan sólo me detuve a observar la escena. 

Después de desarrugar la hoja de papel en forma de bola, me percaté que dentro de ella había otra bola. Si, una bola verde, es decir, marihuana. No niego que fue algo inquietante, pues era la primera vez que veía a alguien tan cerca mío sacar un poco de marihuana para rascarla, ponerla en el cuero y después ‘armarlo’[el cacho]. Justo en ese momento, recordé las palabras de varias personas, incluidas las de mi familia: “tenga cuidado cuando le ofrezcan algo, mucha gente se queda allí; esa persona no es una

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5:40 am. Una llamada en el celular. "¿Nico ya vio la luna cómo está?. No -debe estar como siempre está, pensé -. Realmente fue un amanecer maravillo, la Luna como nunca parecía el Sol, un color entre rojo y naranja. La primera vez que presenciaba algo así. 

Los astrónomos ya habían advertido que en este día en especial la luna iba a estar así, no recuerdo bien la fecha pero debió ser alrededor de abril. Aquí algunas fotos de aquel espectáculo. 

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Graveola e o lixo polifônico, this band from Belo Horizonte (BR) is one of my favorites now. I’ve never been in touch with brasilian music, in this case rock and experimental genre, but after my experience listening music here in Brasil, I think this particular band has a interesting propuse in terms of sounds. They mix sounds from rock, samba, MPB, reggae, jazz with child toys’ sounds. 

I’m not an expert talking about music, but at least for me, Graveola has unexpected future like musicians because they don’t afraid to still experimenting with music. That’s the point, all they time looking for something new. Here there are some pictures I took during a concert at Samba da Quadra, BH.

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Quem fala minerês conquista Brasil!

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Quando cheguei no Brasil, a primeira coisa que achei foi que a lingua portuguesa com certeza não é um trem* fácil. Aí compreendi que por mais próximo que seja do espanhol tem seu propia complexidade. Pior ainda, quando cheguei no aeroporto “Confins” de Belo Horizonte, capital do Estado de Minas Gerais, fiquei quase perdido com a língua, de jeito podia pensar que era outra coisa menos português, até que encontrei alguém que falava o que para mim nesse momento era um idioma conhecido, português devagar e “certo”. A verdade uma mistura de espanhol e portugués. 

Com no tempo, fui achando que não era normal não entender nenhuma coisa que as pessoas falavam aí pergunte, que era isso que escutava em tudo lugar. Com sorte, alguém muito gentil explicou: “cê** chegou a Minas o Estado do Brasil onde as pessoas falam cortado e junto, mas com o tempo vai poder pegar bem o idioma”. Aí, ainda não entendia bem o que essa pessoa queria dizer, mas agora dos meses depois logrei entender. 

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Ouro Preto, MG - Brasil Outubro 2013

Depois de três meses de não acordar cedo, neste sábado em particular tinha uma razão para acordar. Ouro Preto é um povoado colonial de Minas Gerais, cheio de historia e coisas pra fazer e visitar. Neste fim de semana, fui pra lá com meus coleguinhas de intercambio e um amigo Colombiano.

A experiencia foi toda um sucesso, as ruas do lugar ainda conservam essa magia do tempo passado. Rodar pela cidade e tirar fotografías é um bom plano para quem gosta das imagens e artes visuais.

Realmente posso dizer que este hermoso povo, igual que Salento (Colômbia) são lugares aos que nunca me cansaria de ir. Ai deixo umas fotos para o pessoal olhar e também tenho que dizer que a compania foi a melhor, curti muito de compartilhar com pessoas de diferentes partes do mundo num país que cada vez acho mais ótimo para ficar e conhecer. 

Minas Gerais é o trem que mais faz barulho em meu coração… 


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Andar de ônibus tão frequentemente nunca foi parte de minha vida. Todo dia pegar ônibus e esperar por quase 30 o 40 minutos, as vezes é uma prova de paciência e ao mesmo tempo, um espaço importante do dia pra observar como nas cidades, pegar autocarro (ônibus em Portugal*) é um símbolo de integração social e não deve ser um símbolo de distinção.

Sem dúvida alguma, apanhar ônibus é uma aventura quando estás empeçando, tudo é estranho, amassas, bates pessoas, tens que pedir desculpas, procurar o melhor espaço pra ficar durante o recorrido, olhas a cada pessoa perto a ti e muitas coisas podem passar ali dentro.

Aqui um curto vídeo que fiz durante meu recorrido de ônibus em Belo Horizonte, esto é o que se vê pela janela.

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Primer intento en portugués…. Vai dar!

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Depois de dois meses no Brasil, achei que devia escrever, pelo menos tentar escrever um post pequeno. Aqui vou…

Cheguei quase a mesma hora de sempre 18h da tarde. Olhei para um lado e outro. Ninguém conhecido por aí. Então conferi em meu celular, uma mensagem dizia: “Devo esperar por meu orientador, acho que não vai dar, depois combinamos um cafe”. Desliguei meus fones de ouvido, retirei de meu corpo e guardei na mala, com uma pequena esperança de não perder meu viagem até o Café, procurei por um lugar para esperar por o novo menino de Portugal, pois a nova menina de Argentina com certeza não ia chegar.

Finalmente, depois de ir por todo o Café fiquei sentado num lugar que sempre acho estratégico, já que o garçom fica no frente da mesa, então para chamar tão só é levantar á mão, coisa que aqui no Brasil é muito estranho. Normalmente, precisas de bater os braços como a namorada de Popeye, Olivia, para que o garçom arrime á mesa e fazer a ordem, coisa que, pelo menos para mim é engraçada demais.

Depois de pedir o suco do dia, no Café que lembra me de outro mesmo parecido em minha cidade, olhe para fora e dois caras iam caminhando, pela roupa e aparência de um deles, achei que era o menino Português, então batei braço e ele acercou. Cumprimentamos. 10 minutos depois fomos a rodar pela cidade. Bom. Uma parte da cidade: Savassi. 

Andamos por um bom momento pelas ruas, zoando e perguntando sobre as coisas de cada país. Um Brasileiro, um Português e um Colômbiano que se acha mineiro. Três caras rindo e falando até pelos cotovelos, mas muito calmos e curiosos de saber mais sobre os outros. Ao final terminamos num museu “do caraio” e falando de comida enquanto passava o ônibus.   

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Cambio en las percepciones…

Foto: Inothim, Minas Gerais - Brasil (Tomada sin autorización)

Realmente no estaba seguro de querer titular esta entrada de blog así, pero creo que al final funcionará. No sé, a veces pasa. Digamos que la vida tiene un sin número de cosas o situaciones que a veces ni vale la pena preguntarse el por qué y/o el cómo, tan solo ocurre. Frente a eso dos opciones: aceptarlo con agrado o triste resignación. Desde mi punto de vista, como lo aprendí hace algunos años, es mejor aceptarlo con agrado, y aún más con un profundo agradecimiento porque sucedió así y no de otra forma. El Universo sabe lo que hace.

El tema de esta entrada, es que no hay tema, tan solo escribo para tratar de poner en orden mi mente, por eso pueda que lo primero no tenga ninguna relación con lo siguiente o entre un párrafo y otro, pero digamos que es el orden de las cosas. Es la manera en que funciona este mundo, aleatoriamente, sin aparente sintonía entre una cosa y otra. Aun así creo que eso contradice lo que personalmente pienso. Creo que el Universo trabaja de manera sincrónica, una cosa tras otra en perfecto orden, lo que acontece es que nuestra perspectiva del orden de las cosas está tan sujeta a preconceptos, rasgos culturales y visiones encajadas del mundo, que aparentemente pensamos que todo esta “patas arriba”.

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